A disponibilidade de cada vez mais electrodomésticos para a realização das tarefas domésticas tem levado a um crescimento do consumo nas habitações.
A utilização eficiente dos electrodomésticos, reduzindo os consumos desnecessários, é uma forma de se fazer uma gestão melhor do consumo de energia, tirando na mesma proveito das funcionalidades que estes nos oferecem.

Electrodomésticos

Cerca de 16% da energia consumida em Portugal é da responsabilidade do sector doméstico sendo que desta cerca de 60% vem sobre a forma de electricidade, numa sociedade em que se compram cada vez mais electrodomésticos utilitários e de lazer, cabe ao cidadão comum fazer um uso racional da energia sem pôr em causa o seu bem-estar e qualidade de vida.

Em Portugal a electricidade é produzida maioritariamente através do uso de combustíveis fósseis nas centrais termoeléctricas 57% seguido da produção hídrica (grandes barragens) com 41%, e 2% para energias alternativas (éolica, biomassa, mini-hidricas, solar, geotérmica,etc.) segundo dados de 2001, mas esta “mistura” de produção de electricidade depende de vários factores. Por exemplo em períodos de seca, como o que estamos a passar a percentagem de energia produzida através de barragens decresce significativamente, enquanto que aumenta a produção por via térmica. Outro dos factores que influencia o mix de produção é o aumento do consumo de energia em períodos de muito frio ou muito calor, observou-se um aumento do consumo de energia significativo no sector doméstico devido ás necessidades de aquecimento dos lares nos últimos meses de 2004 e principio de 2005. Temos observado um aumento da produção de energia através de meios renováveis pois com os avanços da tecnologia, o aumento do consumo e com os incentivos ao uso de formas de produção menos poluentes as energias renováveis já são alternativas de produção competitivas no mercado.

É através de uma tomada de consciência sobre a forma como é consumida a energia em nossas casas, que cada um pode tomar as medidas necessárias para poupar energia, poupando assim algum dinheiro ao fim do mês ao mesmo tempo que ajuda a melhorar o ambiente.

Segundo estudos de 2002 o consumo de energia do lar médio Português é de 3268 kWh/ano estando repartido, no seu uso final de acordo com o seguinte gráfico:

[Conteúdo visível apenas a membros clique aqui para se registar]

Como podemos verificar são os equipamentos de frio os responsáveis pela maior fatia do consumo numa casa, seguido do aquecimento e da iluminação.
É através da escolha apropriada e uso eficiente dos aparelhos que usamos em casa no dia a dia, que podemos contribuir para diminuir a nossa tarifa energética, mantendo e/ou melhorando a nossa qualidade de vida.

Equipamentos de frio

Os equipamentos de frio, por estarem ligados 24 horas por dia, têm um papel importante no consumo energético de uma habitação, sendo responsáveis por cerca de 32% do consumo total de energia eléctrica no sector doméstico.

Dado este ser o electrodoméstico com maior consumo, foi também o primeiro a ter etiqueta de eficiência energética, de apresentação obrigatória em local bem visível no equipamento, o que acontece desde 1995.

A atribuição da etiqueta energética levou a que se verificasse uma melhoria significativa na eficiência energética destes equipamentos, primeiro pela retirada do mercado dos equipamentos com classe inferior a D, e depois pelo incentivo que deu aos fabricantes para melhorarem os seus equipamentos, de tal forma que actualmente existem no mercado vários equipamentos com níveis superiores ao necessário para se obter a classificação máxima (A), tendo sido criadas as classes A+ e A++ para distinguir estes equipamentos.

Estes equipamentos transferem calor do seu interior para o exterior, de modo a poder conservar os alimentos a uma temperatura mais ou menos constante.
O consumo de electricidade destes equipamentos depende essencialmente da regulação da temperatura, da capacidade de isolamento e do desempenho do compressor.



  • A temperatura ideal de conservação dos alimentos é entre 3 e 5º C. Se regular o termóstato para temperaturas inferior a 3ºC está a aumentar o consumo sem necessidade.
  • Verifique se as borrachas do frigorifico estão a vedar bem, entalando uma folha de papel na porta. Se ao puxar a folha não sentir resistência então as borrachas não estão a vedar bem, estando-se a perder muita energia por aqui.

No entanto a utilização e manutenção que se faz destes equipamentos também influi muito no consumo de energia destes equipamentos, pelo que há que ter em atenção várias situações:

  • Deve-se assegurar a existência de espaço entre a parte de trás do frigorífico,
  • O afastamento do frigorífico de fontes de calor (fogão, janelas) é muito importante para manter a sua eficiência energética, pois quanto mais este aquecer mais vai ter que trabalhar para arrefecer, e consequentemente consumir mais energia.
  • Reduza ao máximo o número de vezes que abre a porta e o tempo que esta está aberta, pois 20% do consumo global dos equipamentos de frio são devidos às aberturas das portas.
  • A presença de gelo nas paredes do congelador, implica um aumento no consumo de energia. Assim, deve evitar a formação destas camadas, fazendo a limpeza do gelo atempadamente.
  • A grelha exterior do frigorífico deve ser limpa pelo menos uma vez por ano, para evitar grandes acumulações de poeiras e consequente redução na eficiência de arrefecimento do frigorífico, causando maior consumo de energia.
  • Se souber o que vai cozinhar amanhã, passe hoje os alimentos necessários para o frigorífico. Ao descongelarem no frigorífico os alimentos estão a dar frio, reduzindo o trabalho do frigorífico.
  • Os alimentos retêm melhor o frio do que o ar, por isso quanto mais cheio estiver o frigorífico melhor. Mas não abuse, os alimentos não podem estar comprimidos, pois o ar frio precisa de circular no frigorífico.
  • Deixe os alimentos arrefecerem antes de os colocar no frigorífico, porque senão o frigorífico vai ter que trabalhar mais para baixar a sua temperatura.
  • Colocar a comida no frigorífico devidamente acondicionada em recipientes, reduzindo as trocas de água entre o alimento e o ar no interior do frigorífico.


Máquina de lavar roupa


A máquina de lavar roupa representa cerca de 5% do consumo total de electricidade nas habitações (ADENE, 2004).


A máquina de lavar roupa precisa de energia eléctrica para as acções mecânicas (rotação do tambor, enxaguamento, bombas de circulação da água), e para o aquecimento da água através de uma resistência eléctrica. Este aquecimento eléctrico da água representa 80 a 90% do consumo total de energia de um ciclo de lavagem. Por este motivo surgiram máquinas que têm a possibilidade de serem alimentadas com água quente provenientes de outros sistemas de aquecimento (termoacumuladores a gás, caldeiras murais, painéis solares, etc.), permitindo reduzir o consumo eléctrico de forma significativa. Contudo, estas máquinas ainda não estão muito difundidas no mercado nacional.


As máquinas mais recentes também dispõem de programas económicos, que permitem consumos de electricidade que podem chegar aos 40%.
A presença da etiqueta de eficiência energética nestes equipamentos é obrigatória desde 1996.


Ao comprar uma máquina de lavar loiça ou roupa, não só deve ter em atenção a eficiência energética, mas também as eficiências de lavagem, centrifugação (roupa) e secagem (loiça). Só assim garante que tem um equipamento que é eficiente no uso da energia e nas suas funções.

Existem medidas que podem ser aplicadas para que se racionalize a utilização destes equipamentos, e que os seus consumos sejam menores:

·Ajustar a carga da máquina à capacidade útil indicada pelo fabricante de forma a não desperdiçar energia.
·A limpeza dos filtros é importante para que o consumo de electricidade não aumente com a utilização destes equipamentos.
·Grande parte da electricidade gasta numa lavagem é para aquecer a água. A utilização de programas a baixas temperaturas, diminui assim a factura da electricidade, e a sua roupa vai ficar bem lavada na mesma. Com a eficácia dos detergentes, até a frio fica com a roupa bem lavada.
·Se vai secar a roupa na máquina, centrifugue-a o melhor possível. Assim gasta muito menos energia ao secá-la, pois a secagem pela centrifugação é 70 vezes mais económica que a da máquina de secar. A rotação mínima neste caso deve ser de 750 rpm.
·Se se coloca esta questão, não se esqueça: uma máquina de lavar e secar roupa tem uma eficiência de secagem menor que uma máquina só de secar roupa.
·O uso do programa suave, em vez do normal, faz com que o motor da máquina não tenha que trabalhar tanto, consumindo menos energia.
·Uma máquina que pesa a roupa que vai lavar (função já bastante comum), vai usar e aquecer somente a água necessária para essa lavagem, reduzindo desperdícios de energia a aquecer água que é excessiva para aquela carga.
·Não misture roupas húmidas com uma carga que já esteja parcialmente seca.
·Se a sua máquina tem botões que permitem uma poupança de água e energia na lavagem, utilize-os.


Máquinas de secar roupa

As máquinas de secar roupa apresentam uma taxa de penetração baixa (13%) nos alojamentos portugueses, mas com tendência para aumentar num futuro próximo.
No entanto o clima português raramente justifica a necessidade de recorrer a estes equipamentos. Portanto, se está a pensar comprar uma máquina de secar roupa, pense melhor as suas possibilidades.

No mercado existem dois tipos de máquinas para secagem da roupa – evacuação do ar húmido para o exterior ou a sua condensação, apresentando as primeiras menores níveis de consumo energético.
Tal como no caso das máquinas de lavar roupa, a maior parte da energia é consumida no processo de aquecimento, neste caso do ar, através de resistência eléctrica.

·Se a máquina de secar tem um dispositivo de medição da humidade, use-o, pois este irá desligar-lhe a máquina quando as roupas estiverem secas.
·Seque os tecidos leves e os pesados em separado. Desta forma terá toda a roupa seca em simultâneo.
·Quanto mais centrifugada for a roupa na máquina de lavar, menos a máquina de secar terá que trabalhar.



Máquinas de lavar louça

A máquina de lavar louça tem apresentado, nos últimos anos, um crescimento acelerado na sua taxa de penetração no mercado, existindo actualmente em cerca de 30% das habitações. Este equipamento consome água e energia eléctrica. A electricidade é principalmente consumida pela resistência eléctrica que permite o aquecimento da água (nos equipamentos com alimentação de água fria) e secagem da louça, podendo estes ciclos representar mais de 80% do consumo total.


No mercado nacional existem também máquinas de lavar louça com alimentação de água quente, sendo no entanto esta capacidade pouco utilizada pelos consumidores, essencialmente por falta de informação sobre esta função. A maioria das actuais máquinas de lavar louça possui um programa “ECO” que permite a redução da temperatura da água de 65 para 50°C, com redução dos consumos de energia eléctrica.

São várias as medidas que pode tomar para optimizar a utilização da máquina de lavar loiça:


  • Na lavagem da loiça e da roupa ajuste a carga da máquina à capacidade útil indicada pelo fabricante de forma a não desperdiçar energia.
  • A limpeza dos filtros das máquinas de lavar loiça é importante para que o consumo de electricidade não aumente com a utilização destes equipamentos.
  • Se passar a loiça por água (fria), retirando a maior sujidade, depois não precisará de a lavar a um programa mais forte, com uma temperatura tão elevada. Mas cuidado, mas não faça esta pré-lavagem de torneira aberta.
  • Se a sua máquina permitir a selecção do tempo de secagem, reduza-o ao mínimo. Senão, desligue a máquina após o enxaguamento final, e abra a porta. A loiça vai secar sem precisar de gastar energia.
  • Se a sua máquina tem botões que permitem uma poupança de água e energia na lavagem, utilize-os.
  • Procure perceber qual é o ciclo de lavagem mais curto que lhe permite uma boa lavagem da loiça. Use-o.


Forno eléctrico

Os fornos eléctricos apresentam consumos eléctricos distintos, em função dos diversos processos utilizados na confecção de alimentos. O modo de operação mais usual reside na radiação de calor por intermédio de resistências eléctricas, complementado pela acção de um ventilador que permite a convecção do calor gerado, distribuindo-o de uma forma uniforme sobre os alimentos. Existe ainda a opção de grelhador, entre outras funcionalidades que, no seu conjunto, correspondem a potências eléctricas elevadas e, consequentemente, a consumos também elevados.

Na aquisição de um forno deve ter em atenção, para além da sua eficiência energética, algumas questões:


  • Se está a ponderar a escolha entre um forno eléctrico ou a gás, a opção pelo a gás é muito mais económica. Se tiver gás natural, essa poupança é acentuada.
  • Um forno com ventilação cozinha mais depressa, gastando assim menos energia a cozinhar.
  • Um forno com luz (que possa ser ligada e desligada), bem como com temporizador, permite monitorizar os cozinhados sem estar sempre a abrir a porta poupando energia.

Para uma utilização mais eficiente do forno, siga os seguintes conselhos:


  • Ao utilizar o forno, deve desligá-lo algum tempo antes de finalizar o cozinhado, pois o forno manterá a temperatura durante algum tempo.
  • Abrir a porta do forno é desperdiçar energia, pelo que deve reduzir esta operação ao mínimo. Verificar se a porta veda bem, e não deixa escapar o calor, também é extremamente importante.
  • Faça um pré-aquecimento de menor duração do que o indicado, pois os tempos sugeridos são maiores do que o necessário.
  • O uso de recipientes de cerâmica ou vidro permite baixar cerca de 25ºC a temperatura necessária ao cozinhado, pois estes materiais retêm melhor o calor.
  • Mantenha o seu forno limpo, pois assim o calor irá reflectir-se melhor, consumindo menos energia no processo.
  • Antes de ligar o forno coloque a grelha ou tabuleiro na posição pretendida, para não estar a executar estas tarefas com o forno já ligado, não desperdiçando energia com estas tarefas.
  • Se tem um forno grande utilize-o somente para cozinhar grandes refeições, porque senão estará a consumir muita energia por pequenas quantidades de alimento.
  • Se vai colocar mais que um tabuleiro no forno, não se esqueça de deixar espaço entre eles por forma a permitir que o calor circule no meio.


Etiqueta de Eficiência Energética

A etiqueta de eficiência energética foi criada com o objectivo de informar o consumidor, no momento da compra, sobre determinadas características dos electrodomésticos, utilizando uma classificação para identificar os mais e os menos eficientes.


Nestas etiquetas não só é apresentada a eficiência no consumo de energia, como também outras características dos equipamentos, tais como o ruído que produzem.

Esta etiqueta, regulamentada por lei, é já obrigatória para uma série de electrodomésticos: ar condicionado, máquina de lavar loiça, lavar roupa, secar roupa, frigoríficos, combinados e arcas, e fornos eléctricos, mesmo que pertencentes a electrodomésticos maiores, bem como nas lâmpadas.



Ela tem que estar sempre bem visível e com toda a informação que compete. No caso de fornos que tenha múltiplos compartimentos, cada um deles tem que ter etiqueta própria (com excepção dos compartimentos excluídos do campo de aplicação da etiqueta). Também na venda por correspondência é obrigatória a sua disponibilização ao consumidor.

A classificação da eficiência energética, que vai de A (mais eficiente) a G (menos eficiente), indica se um electrodoméstico consegue realizar as suas funções utilizando mais ou menos energia, sendo assim menos ou mais eficiente, respectivamente.


Uma coisa é preciso ter em atenção: a potência do equipamento não está directamente relacionada com a sua eficiência energética, isto é um aparelho ser de 750 ou de 1000W indica se um aparelho usa mais ou menos energia a trabalhar, mas não diz se ele usa mais eficientemente ou não essa energia que está a consumir. Essa informação é dada pela classe de eficiência energética do equipamento.


Para dar uma noção do que significa um equipamento ser de classe A ou B, no caso das máquinas de lavar roupa uma máquina de classe B pode consumir cerca de 21% a mais de energia do que uma de classe A, sendo dois equipamentos que realizam a mesma função.

A etiqueta energética é comparável entre equipamentos que realizam o mesmo tipo de funções. Por exemplo, se está na dúvida entre comprar uma máquina de lavar e secar roupa e comprar uma máquina de lavar e outra de secar, não pode estar a comparar as etiquetas dos diferentes equipamentos. O mesmo acontece na escolha dos equipamentos de frio: se vai comprar um frigorífico, não pode estar a comparar a etiqueta de um combinado com a de um frigorífico que não tem congelador.

A informação a disponibilizar na etiqueta depende do electrodoméstico em causa. Um ponto importante para o nosso conforto e que por vezes não aparece é o ruído produzido pelo equipamento. Nas máquinas de lavar roupa e loiça é preciso ter também em atenção as eficiências de lavagem, secagem (máq. Loiça) e centrifugação (máq. Roupa), que são medidas na mesma escala da eficiência energética (A a G) e que têm que estar presentes na etiqueta. Esta informação é de extrema importância porque estar a comprar uma máquina que tenha boa eficiência energética mas que a eficiência de lavagem seja má (C ou inferior), então estamos a comprar um equipamento que não exerce as suas funções nas melhores condições.

Na compra de lâmpadas económicas deve procurar a etiqueta no verso da embalagem, pois existem lâmpadas com essa designação no mercado, mas que na realidade têm uma baixa classe de eficiência. Uma lâmpada efectivamente económica será de classe A.

E se a ideia que fica é que um equipamento mais eficiente, e portanto melhor, é necessariamente mais caro, não se poderia estar a desviar mais da realidade. Por estranho que pareça, não se verifica qualquer relação entre eficiência e preço para qualquer uma das gamas de electrodomésticos que tem que ter esta classificação. Encontram-se equipamentos de classe C consideravelmente mais caros que equipamentos de classe A, e existem bastantes equipamentos desta classe a preços baixos.
Mas mesmo que pague um pouco mais por um equipamento mais eficiente essa diferença vai ser compensada com um menor gasto de energia, enquanto que se optar pelo mais barato e menos eficiente, depois vai estar a pagá-lo em prestações na sua factura da luz.


Consumos em Stand-by


Cada vez mais temos electrodomésticos que estão sempre acessíveis e prontos a ser usados a partir de um comando. Mas para que isso seja possível é necessário que os aparelhos tenham um consumo mínimo de energia que lhes permita activarem as suas funções quase imediatamente, o que acarreta um consumo constante de energia - o chamado consumo Stand-by.


O Stand-by é o estado em que o aparelho fica quando não está a ser usado. O exemplo mais reconhecido de consumo em Stand-by é a luz que fica acesa num aparelho quando este é desligado no comando, que nos aparelhos recentes representa um consumo mais baixo do que se estiver a ser utilizado, mas nos aparelhos antigos consome praticamente a mesma energia do que se estivesse a ser usado. Outros bons exemplos de consumo Stand-by são os verificados nos vídeos, DVDs e aparelhagens que quando não estão a ser usados estão a consumir energia na mesma, pois têm relógios a funcionar.


Vale a pena lembrar que alguns aparelhos consomem energia mesmo estando desligados e para que eles não consumam nada é necessário que sejam desligados da tomada. Por exemplo, alguns monitores ligados consomem 90W, em Stand-by (espera) consomem 15w e desligados consomem 5W.


É aconselhável que se desligue todo equipamento das tomadas, ou em alternativa ligar os aparelhos a uma tomada eléctrica com interruptor (power-strip), que consome 1 a 3 W, mas que é preferível ao consumo total dos aparelhos que se ligarem a estas tomadas, que pode atingir os 75 W. Assim evita-se o consumo desnecessário de energia, e também se previne uma eventual sobrecarga que pode acontecer quando a energia volta após uma falta de energia.
Este consumo deve ser evitado em períodos de férias e/ou quando não se utilizam os equipamentos (em casas de férias ou de fim de semana).
Estima-se que o consumo anual médio em Stand-by para cada lar Português seja de 377 kWh/ano, o que corresponde a uma despesa de 37,25 €.

Apresentam-se em seguida alguns exemplos de consumo em Stand-by de alguns aparelhos:



Tipo do Aparelho
Consumo em Stand-by
DVD
Até 17W
Micro aparelhagens
Até 25W
Microondas
Até 7W
Radio Relógio
Até 8W
Televisão
Até 30W
Telefone Sem Fios
Até 7W
Vídeo
Até 18W